A Ouvidoria das Mulheres do MPDFT estará de plantão das 12h às 18h para receber denúncias por meio do WhatsApp (61) 99847-7592 e pelo número 127 (ligação gratuita).
Além disso, os foliões poderão contar com o apoio das equipes de segurança dos blocos e da Polícia Militar. Para o caso de registros de ocorrências, as vítimas devem procurar a delegacia mais próxima.

A iniciativa é uma união de esforços da Ouvidoria das Mulheres do MPDFT, do Núcleo de Gênero e da Procuradoria Distrital dos Direitos do Cidadão contra a importunação sexual e a violência contra as mulheres durante os festejos carnavalescos. Fiscalizações do MPDFT começam na sexta-feira 28 de fevereiro.

Fiscalização
Representantes do MPDFT irão fiscalizar os eventos na cidade ao longo de todo o carnaval. Além de passar por locais onde ocorrerão blocos e festas, também serão feitas visitas aos centros de operação da segurança pública, para acompanhar os trabalhos e os registros de ocorrências.
A fiscalização do MPDFT será coordenada pelo procurador distrital dos direitos do cidadão, Eduardo Sabo, e contará com promotores de justiça de Defesa da Ordem Urbanística, de Defesa do Meio Ambiente e Patrimônio Cultural, Ouvidoria das Mulheres e Núcleo de Gênero, além de servidores de diversas unidades, incluindo peritos do Ministério Público.
Proteção
A campanha “Pediu pra Parar, Parou! Depois do não, tudo é importunação” do MPDFT reforça o protocolo "Por Todas Elas", uma iniciativa da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus) do GDF, que visa criar um ambiente seguro para as mulheres durante o carnaval. A ação, instituída pela Lei 7.241/2023, prevê medidas de acolhimento às vítimas, afastamento imediato de agressores e assistência especializada.
Durante o carnaval, a Ouvidoria das Mulheres do MPDFT estará de plantão das 12h às 18h para receber denúncias por meio do WhatsApp (61) 99847-7592 e pelo número 127, que oferece ligação gratuita. Além disso, os foliões poderão contar com o apoio das equipes de segurança dos blocos e da Polícia Militar. Para o caso de registros de ocorrências, as vítimas devem procurar a delegacia mais próxima.
Com a ampliação das ações preventivas e de fiscalização, o objetivo do MPDFT é garantir um carnaval seguro, inclusivo e livre de assédio, consolidando a marca alcançada em 2024, quando não houve registros de importunação ou violência sexual durante as festividades, conforme informou o GDF.
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